sábado, 9 de fevereiro de 2013


A Subida do Calvário 2ª parte -     VI.             O ANJO.



SEGUNDA PARTE
AS TORTURAS DO CORAÇÃO

VI. O ANJO 

Ai! Jesus vai apenas entrando nesse mar doloroso da Paixão, e deve haver um como fatal progresso nas Suas humilhações.

Ao Seu inefável desalento teria faltado um sofrimento de escolha e todo íntimo, se Ele não tivesse tido que ir mendigar socorro... e se o não tivesse recebido de fora.

Ele, o Forte, o Grande, o Mestre, vai primeiro procurar um apoio nos Seus Apóstolos, qual um caniço que se quer arrimar a outros!

Naquele horto onde perpassa o vento terrível da Justiça superior, tudo está já deitado em terra... o Mestre... e os discípulos.

O Mestre, que estende a mão para que O levantem, e os discípulos que estão aniquilados, sem vontade, sem pena aparente senão de si próprios! A desgraça torna egoísta.

Ele que lhes repreendia outrora a timidez e o pavor nas ondas agitadas de Tiberíades, vê-se obrigado a vir por Sua vez agachar-se junto deles e dizer-lhes por toda a Sua atitude, por Seu Rosto macilento e por Sua palavra trêmula, esta expressão que faz ruir todo homem aos próprios olhos e aos olhos dos outros:Tenho medo!

Este quadro era terrível para a fé dos Apóstolos, a qual teve de vacilar e quando menos de se lhes entorpecer como as pálpebras e balbuciar como os lábios...

Já é o começo da fuga... do abandono daqueles com quem tínhamos o direito de contar e que nos deixam porque a nossa presença já não os honra e a nossa amizade lhes é perigosa.

Este traço doloroso – como todos os que mais sensíveis Lhe deviam ser – fôra assinalado de antemão pelos Profetas.

“Busquei em torno de mim alguém para me ajudar... e não achei” (Sl 69, 20)

“Estou esquecido como um morto, exceto pelos meus inimigos, que, estes sim, velam e avançam para me prender, enquanto sou para os meus próximos como uma coisa molesta, humilhante... e que se repele” (Sl 31, 12-13). “Pouco falta para que me censurem pela minha fraqueza e pela minha miséria...” (Eclo 13, 25), como se delas fosse Eu o culpado!

Tanto é verdade que aos entes superiores não lhes é lícito tornarem-se homens... sob pena de perderem todo crédito entre os outros homens.

A verdadeira humildade só de Deus é compreendida.

Quando Jesus viu que aquele apoio humano Lhe era recusado, quis então lançar-se desesperadamente para o lado do Céu.

Eis porém já mais de uma hora que Ele bate à porta do Coração de Deus por aquela palavra que conhecera sempre vencedora de todas as resistências: Pai, meu Pai, tudo Vos é possível... Meu Pai... Abba Pater!
Que doce humildade neste termo já tão doce!

E o Pai queda surdo; o Filho continua a tremer, a agonizar.

E depois das lágrimas é o Seu Sangue que corre, e nada vem do alto.
Nós temos horas semelhantes, e foi para as consolar que lhes quis Jesus sentir o peso.

Desde aquela agonia, se a terra nos repele e se Deus parece rejeitar-nos, temos um socorro. Podemos refugiar-nos no sofrimento cruel do abandono do Cristo, e dizer-Lhe com a certeza de encontrar eco:

– Vós pelo menos, Vós podeis, Vós deveis compreender-me.

Non habemos Pontificem qui non possit compati”, “Não temos um Pontífice que não possa compadecer-se...” (Hbr 4, 15).

Indubitavelmente Deus tivera sempre piedade dos homens, como de Sua melhor obra; era uma alta piedade. A partir de Jesus Cristo, porém, foi preciso achar um novo termo para designar a piedade que se abaixa a todas as chagas, porque as experimentou todas: é a compaixão.

E nós temos agora um Deus que... compadece.

Enquanto esse divino Salvador deixa assim penetrar no Coração esse gládio doloroso que Lhe permitirá doravante ser compassivo, o Céu parece entreabrir-se. Um raio de luz resvala na noite e vem incidir naquele Corpo que sofre e naquela Alma que agoniza.

O Pai ouviu.

O Filho ergue a cabeça para ver algo da Face augusta do Pai, aplica o ouvido para Lhe ouvir a palavra consoladora.

Vê só um Anjo.

O Evangelho nada nos conservou a mais. A piedade e a mística têm-se esmerado em pesquisar que Anjo era esse: Miguel ou Gabriel? Era mister nada menos que o mais elevado dos Espíritos Celestes.

Fiquemos na simplicidade do texto:

Apparuit illi Angelus – desceu um Anjo... é o bastante.

Deus não fala – o Pai se cala. O tempo passou em que a Voz dizia do alto, doce como a pomba do batismo, forte como o estrépito do trovão no Tabor e no Templo: Este é o meu Filho dileto, em quem pus todas as minhas complacências.

Nesta hora não há mais Filho, não há mais Deus aparentemente... há o Pecador... há o Pecador universal...

“Eu Lhe mando porém o meu Anjo – porque o prometi mesmo ao pecador... mas não Lhe mando senão isto...

Apparuit illi Angelus.

É então um Anjo... um Anjo cujo nome não conhecemos... um desconhecido.
E que faz ele? Uma palavra o revela:

Confortans – fortifica – , vem para levantar, para dar coragem.
E Jesus escuta... baixando a cabeça, de mãos postas... humilhado desse socorro do alto que vem de um ser tão inferior... porém agradecido – pois tinha precisão dele.

Não procuremos penetrar indiscretamente as razões: é de joelhos que cumpre degustar essa humilhação tão consoladora. Basta que saibamos que Ele, Jesus, recebeu conforto do Anjo... e que nós teremos, sem dúvida alguma de O imitar sobre este ponto.

Efetivamente, seja qual for a sua força nativa ou adquirida, vem sempre uma hora, ainda que seja só a última, em que o homem tem necessidade de ser fortalecido.

Ora, bastas vezes Deus permite que o socorro necessário nos venha de um ser desconhecido... e até inferior, a fim de que de um lado sintamos mais a nossa fraqueza, e de outro reconheçamos melhor a fonte de todo benefício, que é Ele só.

Por mais que procuremos conchavar a nossa vida e a nossa morte, haverá sempre lugar para a surpresa vivida por Jesus Cristo.

Como o Salvador agonizante... procuraremos talvez em torno de nós os nossos próximos e os nossos amigos.

A surpresa não lhes terá permitido estarem lá; ou distanciá-los-á o decôro... e então os nossos olhos se fecharão sob semblantes que não terão conhecido.

Como Jesus ainda, procuraremos um arrimo nessa suprema penúria. Só acharemos talvez a mão de um estranho... e o socorro de um sacerdote de ocasião, pedido às pressas; e todavia tínhamos almejado e preparado melhor.

Baixemos a cabeça, juntemos as mãos, aceitemos o anjo consolador qualquer que seja, deixemo-nos fortificar por essa palavra desconhecida: beijemos este traço de semelhança com o nosso divino Mestre, e como Ele reergamo-nos corajosos para irmos aonde Deus quiser.

(2ª parte da obra “A subida do Calvário”, do pe. Louis Perroy, SJ)



sábado, fevereiro 09, 2013




Caríssimos

Salve Maria!


Mais uma vez o carnaval se aproxima e, com ele, a perdição de tantas almas, sobretudo dos jovens que se entregam totalmente ao império do mal. Abaixo o testemunho dos santos, muito valioso para os nossos dias.


Não se pode servir a dois senhores. Por isso, sirvamos ao Senhor e abandonemos as práticas pagãs. Salvemos a nossa alma e não ofendamos mais a Nosso Senhor, que, no dizer de Ir. Lúcia, "já está bastante ofendido.




São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.





Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?” (Escritos Espirituais).






São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”

Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles os trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer, por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis, contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Ah! Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).



SAnta Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).





O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado...” (Carta 162)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Jesus se deixou Sacramentado para renovar de algum modo Sua Encarnação


Quarta Fineza de Jesus Sacramentado para com os homens
Jesus se deixou Sacramentado para renovar de algum modo Sua Encarnação


Eu não ignoro que o Verbo Divino está de tal sorte satisfeito com aquela Sacratíssima Humanidade que uma vez uniu à sua natureza, que nunca a apartou de Si por toda a eternidade, nem se uniu a outra com hipostático vínculo. Mas quando contemplo o adorável Sacramento do Altar, me parece que não Se contentou Deus com vestir-Se uma só vez da humana carne e fazer só um desponsório com nossa natureza no puríssimo tálamo da Virgem Maria. Por quanto, inventou Seu amor um maravilhoso modo de renovar Sua Encarnação, unindo-Se infinitas vezes a nossos corações nesta Divina Eucaristia, à qual chama o Doutor Angélico: Extensio incarnationis. Extensão da Encarnação.

Prodigioso foi, sem dúvida, o decreto que saiu daquele Divino Real Conselho, de que o Divino Verbo tomasse uma vez carne humana. Mas naquele Tribunal de amor se determinou que o mesmo humanado Verbo Se sacramentasse para unir-Se inúmeras vezes aos homens. A primeira Encarnação se fez em um só lugar e com uma só humanidade, de sorte que em uma só parte do mundo estava Deus-Homem. Porém, não satisfeito o amor Divino, fê-l'O unir n'Este Sacramento, e como que encarnar em tantas naturezas e em tantos lugares quantos são os homens que comungam e os Altares em que Se consagra Seu Corpo.

Não quis o Amantíssimo Jesus que só Belém fosse testemunha de Seus desponsórios com nossa frágil e terrena natureza; porque de tal sorte ficou enamorado dela Seu ardente Coração, desde o primeiro ponto, que Se desposou com ela no puríssimo Seio de Maria, que logo inventou novos modos de uni-la mais vezes aos amorosos peitos de Sua Divindade. Eu pasmo quando considero como depois que Deus criou o homem e lhe infundiu uma perfeita alma intelectual, cuja admirável e espiritual substância tirou do íntimo de suas entranhas, quis destruí-lo totalmente! O homem, viva imagem de Deus, para cuja formação concorrera toda a Santíssima Trindade, com tanto zelo e cuidado que chegou a dizer Tertuliano que foi esse todo o empenho de seu engenho: Fuit divini cura ingenii, quer Deus aniquilá-lo em um ponto, arrependido de tê-lo criado?

Mas não o fez assim Deus depois de ter unido a Si esta nossa caduca humanidade; pois tão longe esteve de arrepender-Se que instituiu um Sacramento no Qual milhões de vezes Se une à nossa natureza. Quis o Divino Verbo tomar uma natureza criada para sair já daquele Paterno peito onde estava encerrado desde o princípio sem princípio de toda a Eternidade. E, sendo a natureza angélica mais perfeita e nobre que a humana, não quis ser Anjo, senão homem. E se isso é algo digno de admiração, que será ver o mesmo Rei da Glória unir-Se a cada dia a esta vil natureza, e incorporar-Se de tal sorte com ela que não hesitou o grande Padre São Cirilo em afirmar que no Sacramento do Altar nos fazemos um mesmo corpo e sangue com Jesus!

Creio verdadeiramente que todos os Angélicos Espíritos estão admirados aos pés de nossos Altares vendo os excessos de amor que usa seu Monarca com esta frágil massa humana. E que se sua natureza fosse capaz de invejar, esta só lhes atormentaria o coração, vendo que não mereceram nunca tais finezas de amor de seu Criador. Aquele Anjo que levou o pão a meu Pai Santo Elias no deserto, não diz a Escritura que lho deu, senão que, estando o Profeta dormindo, lho lançou. Sobre isso, refletindo engenhosamente Santo Hilário, diz que a causa foi que, sendo aquele pão figura do Eucarístico, quis mostrar o Anjo que invejava a felicidade de Elias, a quem o trazia para comer.

Agora, que conceitos formariam aqueles Príncipes da Glória, vendo comido na realidade este Divino Pão, e não em figura, não por só um Elias, senão por cada um dos mortais? Quantas vezes diriam uns aos outros: ó, como se renovam agora aqueles prodígios que nós vimos no Portal de Belém, quando, baixando milhares do Céu à terra, anunciamos a paz aos homens. Então adorávamos a nosso Rei vestido de carne mortal, reclinado e chorando entre brutos, mas nos braços de nossa Divina Princesa, e acariciado pela mais amante e melhor Mãe que teve nem pode ter no mundo. E agora O vemos transformado em manjar dos homens, habitando dentro de uns pobres e imundos corações, e comido por ingratos e sujos pecadores. A nós, Cortesãos mais íntimos do Altíssimo, que por Ele ardemos em um contínuo incêndio de amor, uma só vez não se nos concedeu o Que a cada dia, espontaneamente, Se oferece à vileza humana. Ó se nos fosse possível receber também o Corpo de Jesus em nossos seráficos corações! É verdade que nossa imaterial natureza está perpetuamente engolfada naquela Divina essência, que sem interposição de outra espécie se une a nosso entendimento, para que gozemos da vista de nosso Criador. Mas, dessa nova e amorosa união Sacramental com Sua carne e com Seu sangue, não quis Ele favorecer nossa natureza. Estes admiráveis desponsórios, esta inefável Eucarística Encarnação só foi reservada aos homens. Ah! Povo e raça humana, favorecida, elevada e divinizada por Deus! Ó amor infinito de Jesus, Que, não satisfeito de ter-Se encarnado uma só vez no Seio puríssimo de Maria, o fazes Sacramentalmente todos os dias, encarnando no peito de miseráveis criaturas!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013


Oração para tirar 1000 Almas do Purgatório

Grupo Santo Tomás de Aquinoem Grupo Santo Tomás de Aquino - Há 8 horas
* * * * *ORAÇÃO DE SANTA GERTRUDES PARA TIRAR MIL ALMAS DO PURGATÓRIO* * * * * * * *“**Eterno Pai, ofereço-Vos o Preciosíssimo sangue de Vosso Divino Filho JeSus, em união com todas as Santas Missas que hoje são celebradas em todo o mundo, por todas as Santas Almas do Purgatório, pelos pecadores de todos os lugares, pelos pecadores de toda a Igreja, pelos de minha casa e de meus próximos. Amém**”*** * * * * * * *(Extraído do Livro Orientações para a Alma que quer ser perfeita)*

"Volto Santo" - o Crucifixo Milagroso da Sagrada Face de Nosso Senhor



O crucifixo milagroso chamado « Volto Santo » ou « A Sagrada Face » é um dos maiores tesouros de Lucca. Está exibido na famosa catedral de São Martinho. O rosto é uma perfeita réplica daquele impresso no véu de Verônica. É por isso que é chamado o « Crucifixo da Sagrada Face » ou, simplesmente: « A Sagrada Face ». A tradição antiga atribui a elaboração deste fabuloso crucifixo a Nicodemos (confidente de Jesus). Não se sabe se Nicodemos pediu a Deus uma iluminação sobrenatural para ajudá-lo a modelar as feições sagradas de Cristo, seu Bem-Amado, ou se um anjo ajudou-o na execução.

Depois de ter estado enterrado durante sete séculos, o crucifixo chegou miraculosamente às costas italianas em um barco não tripulado. Foi levado então até Lucca, em uma carroça puxada por dois touros selvagens. Na época da república, os « Lucchesi »(o povo de Lucca) elegeram o crucifixo o seu rei. A estampa da Sagrada Face estava em suas moedas e selos. Ele tem sido historicamente um objeto de peregrinação que um grande número de pessoas, inclusive pontífices, visitaram. Quando Santa Catarina de Siena visitou a Sagrada Face para ajoelhar-se e venerá-la, o Crucifixo (Nosso Senhor) falou com ela. Sta. Gemma Galgani amava profundamente a Sagrada Face e mantinha continuamente esta imagem sagrada impressa em sua mente e seu coração.



Fonte: http://www.stgemma.com

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


4 DE FEVEREIRO DE 2013

Coração de Jesus, esmagado pelos nossos pecados!


Ó Coração de Jesus, esmagado por causa de nossos pecados,
Coração contristado e martirizado por tantos crimes e faltas,
Coração, vítima de todas as iniquidades,
Eu Vos amo de toda minha alma e sobre todas as coisas,
Eu Vos amo por aqueles que Vos desprezam e Vos abandonam,
Eu Vos amo por aqueles que Vos ultrajem e Vos impedem de reinar,
Eu Vos amo por aqueles que Vos abandonam só na Sagrada Eucaristia,
Eu Vos amo pelas almas ingratas que ousam profanar vosso Sacramento de Amor pelos seus insultos e sacrilégios,
Coração de Jesus, perdoai aos pecadores: eles não sabem o que fazem!
Coração de Jesus, sustentai os que propagam vosso Santo Nome!
Coração de Jesus, fazei que a sociedade se inspire em tudo do vosso Santo Evangelho, única salvaguarda da justiça e da paz!
Coração de Jesus, que as famílias e as nações proclamem vossos direitos!
Coração de Jesus, reinai sobre minha pátria!
Coração de Jesus, que venha a nós o vosso reino pelo Coração Imaculado de Maria.


PASMEM...



Plano da Maçonaria para destruir a Igreja Católica



Normas do grande Mestre da Maçonaria aos
Bispos católicos maçons, efetivas desde 1962.


Todos os confrades maçons terão que referir sobre os progressos destas decisivas disposições. Reelaboradas em outubro de 1993 como plano progressivo para o passo final. Todos os maçons ocupados na Igreja têm que acolhê-la e realizá-las.




1) Removam de uma vez por todas a São Miguel, protetor da Igreja Católica, de todas as orações ao interior e ao exterior da Santa Missa. Remover suas estátuas, afirmando que elas apartam da Adoração de Cristo.

2) Removam os Exercícios Penitenciais da Quaresma como a abstinência de carne as sextas-feiras e também o jejum;


impeçam cada ato de abnegação. Em seu lugar devem ser favorecidos os atos de alegria, de felicidade e de amor ao próximo. Digam: "Cristo já mereceu por nós o Paraíso" e "cada esforço humano é inútil". Digam a todos que devem tomar em sério a preocupação por sua saúde. Estimulem o consumo de carne, especialmente de porco.


3) Encarreguem aos pastores protestantes de reexaminar a Santa Missa e de desacralizá-la. Semeiem dúvidas sobre a Real Presença de Cristo na Eucaristia e confirmem que a Eucaristia - com maior aproximação à fé dos protestantes - é somente como pão e vinho e compreendida como um puro símbolo. Disseminem protestantes nos Seminários e nas escolas. Falem de ecumenismo como caminho para a unidade. Acusem a cada um que crê na Presença Real de Jesus o Cristo na Eucaristia como subversivo e desobediente para com a Igreja.

4) Proíbam a Liturgia latina da Missa, Adoração e Cantos, uma vez que eles comunicam um sentimento de mistério e de respeito. Apresentem-no como feitiços de adivinhos. Os homens pararão de crer nos Sacerdotes como homens de inteligência superior, de respeitar como portadores dos Mistérios Divinos.

5) Dêem coragem às mulheres a não cobrir-se a cabeça com o véu na igreja. O cabelo é sexi. Pretendam às mulheres como leitoras e sacerdotisas. Apresentem a coisa como se fosse uma idéia democrática. Fundem um movimento de libertação da mulher. Quem entra na igreja tem que vestir vestidos descuidados para sentir-se nela como em casa.

Isso debilitará a importância da Santa Missa.


6) Afastem os fiéis de receber de joelhos a Comunhão. Digam às monjas que devem impedir aos pequenos antes e depois da Comunhão de ter as mãos juntas. Digam a eles que Deus os quer assim como são e deseja que se sintam completamente cômodos. Eliminem na igreja de estar de joelhos e cada genuflexão. Tirem os genuflexórios. Digam às pessoas que durante a Missa devem certificar sua fé em posição erguida.

7) Eliminem a música sagrada do órgão. Introduzam guitarras, harpas judias, tambores, ruídos e sagradas risadas nas igrejas. Isso afastará a gente da oração pessoal e das conversações com Jesus. Impeçam a Jesus o tempo de chamar crianças à vida religiosa. Introduzam ao redor do altar danças litúrgicas com vestidos excitantes, teatros e concertos.

8) Tirem o caráter sagrado aos cantos da Mãe de Deus e de São José. Indiquem sua veneração como idolatria.

Convertam em ridículos os que persistem. Introduzam cantos protestantes. Isso dará a impressão que a Igreja Católica por fim admite que o Protestantismo é a verdadeira religião ou ao menos que ele é igual a Igreja Católica.


9) Eliminem também todos os hinos a Jesus uma vez que eles fazem pensar à gente na felicidade e serenidade que deriva da vida de mortificação e penitência por Deus desde a infância. Introduzam cantos novos somente para convencer a gente que os rituais anteriores de algum modo eram falsos. Assegurem-se que em cada Missa ao menos um canto pelo qual Jesus não seja mencionado e que em vez fale somente de amor para os homens. A juventude será entusiasmada ao sentir falar de amor para o próximo. Anunciem o amor, a tolerância e a unidade.

Não mencionem a Jesus, proíbam cada anúncio da Eucaristia.


10) Removam todas as relíquias dos Santos dos Altares e sucessivamente também os Altares mesmos. Substituem com mesas pagãs privadas de Consagração que possam ser usadas para oferecer sacrifícios humanos no curso das missas satânicas. Eliminem a lei Eclesiástica que quer a celebração da Santa Missa somente sobre Altares que contenham Relíquias.

11) Interrompam a prática de celebrar a Santa Missa na presença do Santíssimo Sacramento no Tabernáculo. Não admitam algum Tabernáculo sobre os Altares que são usados para a celebração da Santa Missa. A mesa deve ter o aspecto de uma mesa de cozinha. Deve ser transportável para expressar que ela não é absolutamente sagrada porém tem que servir para um dobro objetivo, por exemplo, de mesa para conferências ou para jogar cartas.

Mais tarde coloquem ao menos uma cadeira a tal mesa. O Sacerdote tem que sentar-se para indicar que depois da Comunhão ele descansa como depois de uma comida. O Sacerdote não tem que estar nunca de joelhos durante a Missa nem fazer genuflexões.
Nas comidas, de fato, não se ajoelham nunca. A cadeira do Sacerdote tem que ser colocada no lugar do Tabernáculo. Dêem coragem à gente a venerar e também a adorar ao Sacerdote no lugar da Eucaristia, a obedecer-lhe no lugar da Eucaristia. Digam à gente que o Sacerdote é Cristo, seu chefe. Coloquem o Tabernáculo num local diferente, fora da vista.

12) Façam desaparecer os Santos do calendário Eclesiástico, sempre alguns em tempos determinados. Proíbam aos Sacerdotes de falar dos Santos, exceto aqueles mencionados pelo Evangelho. Digam ao povo que eventuais protestantes, talvez presentes na igreja, poderiam escandalizar-se deles. Evitem tudo aquilo que molesta aos protestantes.

13) Na leitura do Evangelho omitam a palavra "santo", por exemplo, em lugar de "Evangelho segundo São João", digam simplesmente: "Evangelho de João". Isso fará pensar à gente de não ter o dever de venerá-los mais.

Escrevam continuamente novas bíblias até que elas sejam idênticas àquelas dos protestantes. Omitam o adjetivo "Santo" na expressão "Espírito Santo". Isso abrirá o caminho. Evidenciar a natureza feminina de Deus como a de uma mãe cheia de ternura. Eliminem o emprego do termo "Pai."


14) Façam desaparecer todos os livros pessoais de piedade e destruam-no. Por conseguinte desaparecerão também as Ladainhas do Sagrado Coração de Jesus, da Mãe de Deus, de São José como a preparação à Santa Comunhão. Supérfluo inclusive se tornará o agradecimento depois da Comunhão.

15) Façam também desaparecer todas as estátuas e as imágens dos Anjos. Por que tem que estar entre nossos pés as estátuas de nossos inimigos? Defínam-los mitos ou contos de boa noites. Não permitam o discurso sobre os Anjos uma vez que chocaria a nossos amigos protestantes.

16) Revoguem o exorcismo menor para expulsar aos demônios; empenhem-se nisto, anunciem que os diabos não existem. Expliquem que é o método adotado pela Bíblia para designar o mal e que sem um malvado não podem existir histórias interessantes. Em conseqüência a gente não crerá na existência do inferno nem temerá de poderse cair nele. Repitam que o inferno não é outra coisa que estar longe de Deus e que não é uma coisa terrível este se trata no fundo da mesma vida como aqui na terra.

17) Ensinem que Jesus era somente um homem que teve irmãos e irmãs e que odiou aos que tinham o poder. Expliquem que ele amava a companhia das prostitutas, especialmente de Maria a Magdalena; que não soube o que fazer com as igrejas e sinagogas. Digam que aconselhou de não obedecer aos chefes do Clero, digam que ele foi um grande mestre que se desviou do caminho quando negou obediência aos chefes da igreja.

Desacreditem o discurso sobre a Cruz como uma vitória, ao contrário Apresentem-na como um fracasso.


18) Lembrem-se que podem induzir às monjas à traição de sua vocação si se dirigem a sua vaidade, atrativo e beleza. Façam trocar o hábito Eclesiástico e isso as levará naturalmente a jogar no lixo seus Rosários.

Revelem ao mundo que tem dissensão em seus conventos. Isso dissecará suas vocações. Digam-lhes que não serão aceitas se não renunciam ao hábito. Também Favoreçam o descrédito do hábito Eclesiástico entre a gente.


19) Queimem todos os Catecismos. Digam aos catequistas de ensinar a amar as criaturas de Deus em vez do mesmo Deus. Amar abertamente é testemunho de maturidade. Façam que o termo "sexo" se converte em palavra de uso cotidiano em suas classes de religião. Façam do sexo uma nova religião. Introduzam imagens de sexo nas lições religiosas para ensinar às crianças a realidade. Certifiquem-se que as imagens sejam claras. Dêem coragem às escolas de tornarem-se pensadores progressistas no campo da educação sexual. Introduzam assim a educação sexual através da autoridade Episcopal, dessa maneira os padres não terão a possibilidade de dizer nada em contrário.

20) Destruam as escolas católicas, impedindo as vocações de monjas. Digam às monjas que são trabalhadoras sociais com um salário e que a Igreja está a ponto de eliminá-las. Insistam que o Professor leigo católico receba o idêntico salário daquele das escolas governamentais. Empreguem professores não católicos. Os Sacerdotes devem receber o idêntico salário como os correspondentes empregados seculares. Todos os Sacerdotes devem tirar assim sua Batina Clerical e suas Cruzes para poder serem aceitos por todos. Ponham em ridículo àqueles que não se conformam.

21) Destruam ao Papa, destruindo suas Universidades. Tirem as Universidades ao Papa, dizendo que em tal modo o governo poderia subsidiá-las. Substituam os nomes dos Institutos Religiosos com nomes profanos, para favorecer o ecumenismo. Por exemplo, em lugar de "Escola Imaculada Conceição" digam "Escola Superior Nova". Criem departamentos de ecumenismo em todas as Dioceses e preocupem-se que seu controle seja de parte protestante. Proíbam as Orações para o Papa e a Maria porque elas desanimam o ecumenismo. Anunciem que os Bispos locais são as autoridades competentes. Sustentem que o Papa é somente uma figura representativa. Expliquem à gente que o ensino Papal serve somente à conversação, que ela de outro modo não tem nenhuma importância.

22) Combatam a autoridade Papal, colocando um limite de idade a seu exercício. Reduzam-na pouco a pouco, expliquem que é para preservá-lo do excesso de trabalho.

23) Sejam audazes. Debilitem ao Papa introduzindo sínodos Episcopais. O Papa se tornará então somente como uma figura de representação como na Inglaterra onde a Câmara Alta e aquela Baixa reinam e deles a rainha recebe as ordens. Sucessivamente debilitem a autoridade do Bispo, dando vida a uma instituição concorrente a nível de Presbitérios. Digam que os Sacerdotes recebem em tal modo a atenção que merecem. Ao final debilitem a autoridade do Sacerdote com a constituição de grupos de leigos que dominem aos Sacerdotes. Deste modo se originará um tal ódio que abandonarão a Igreja e até os Cardeais e a Igreja será democrática... a Igreja Nova...

24) Reduzam as vocações ao Sacerdócio, fazendo perder aos leigos o temor reverencial por eles. O escândalo público de um Sacerdote destruirá milhares de vocações. Louvem aos Sacerdotes que por amor de uma mulher souberam deixar tudo, definem-no heróicos. Honrem aos Sacerdotes reduzidos ao estado laical como autênticos mártires, oprimidos a tal ponto de não poder suportar mais. Também condenem como um escândalo que nossos confrades como maçons no Sacerdócio tenham que ser notados e seus nomes publicados. Sejam tolerantes com a homossexualidade do Clero. Digam à gente que os Curas padecem de solidão.

25) Comecem a fechar as igrejas à causa da escassez de Clero. Definem como boa e econômica tal prática. Expliquem que Deus escuta em todos os lados as orações. Neste caso as igrejas se convertem em extravagantes desperdício de dinheiro. Fechem antes de tudo as igrejas em que se praticam piedade tradicional.

26) Utilizem comissões de leigos e Sacerdotes débeis na fé que condenem e assegurem sem dificuldade cada aparição de Maria e cada aparente milagre, especialmente do Arcanjo São Miguel. Assegurem-se que nada disto, de nenhuma maneira receberá a aprovação segundo o Vaticano II. Denominem desobediência respeito à autoridade se alguém obedece às Revelações ou se alguém reflete sobre elas. Indiquem aos Vigentes como desobedientes respeito à autoridade Eclesiástica. Façam cair seu bom nome em desestima, então ninguém crerá nestas revelações.

27) Escolham a um Ante Papa. Afirmem que ele reconduzirá aos protestantes na Igreja e talvez até os Judeus. Um Ante Papa poderá ser eleito se fosse dado o direito de voto aos Bispos. Então muitos Ante Papas serão eleitos assim que será instalado um Ante Papa como compromisso. Afirmem que o verdadeiro Papa è morto.

28) Tirem a Confissão antes da Santa Comunhão para os alunos do segundo e terceiro ano para que a eles não importem nada dela quando freqüentem quarto e quinto e depois as classes superiores. Então A Confissão desaparecerá. Introzam, (em silêncio), a confissão comunitária com a absolvição em grupo. Expliquem à gente que a coisa sucede por causa da escassez de Clero.

29) Façam distribuir a Comunhão por mulheres e leigos. Digam que este é o tempo dos leigos. Comecem dar a Comunhão na mão como os protestantes, em vez de dar na boca sobre a língua Expliquem que Cristo fez do mesmo modo. Recolham algumas hóstias para "missas negras" em nossos templos. Depois distribuam no lugar da Comunhão pessoal uma taça de hóstias não consagradas que se podem levar consigo à casa. Expliquem que deste modo se podem receber os dons divinos na vida de cada dia. Coloquem distribuidores automáticos de hóstias para a comunhão e denominem-no Tabernáculos. Digam à gente que se deve dar o sinal da paz. Dêem coragem à gente a deslocar-se na igreja para interromper a devoção e a oração. Não façam Sinais de Cruz; no seu lugar façam o sinal da paz. Expliquem que também Cristo se deslocou para saudar aos Discípulos. Não permitam alguma concentração em tais momentos. Os Sacerdotes devem dar as costas à Eucaristia para honrar ao povo.

30) Depois que o ante papa for eleito, tirem os sínodos dos Bispos como as associações dos Sacerdotes e os conselhos paroquiais. Proíbam a todos os religiosos de pôr em discussão, sem licença, estas novas disposições. Expliquem que Deus quer a humildade e odeia aos que aspiram a glória. Acusem de desobediência respeito à autoridade Eclesiástica todos os que põe interrogações. Desanimem a obediência a Deus. Digam à gente que tem que obedecer a estes superiores Eclesiásticos.

31) Concedam ao Papa (=Ante Papa) o máximo poder de eleger aos mesmos sucessores. Ameacem sob pena de excomunhão a todos os que amam a Deus de levar o sinal da besta. Não o chamem porém "sinal da besta". O Sinal da Cruz não tem que ser feito nem usado sobre as pessoas ou através delas, (não se deve benzer mais).

Fazer o Sinal da Cruz será designado como idolatria e desobediência.


32) Declarem falsos os Dogmas anteriores, exceto aquele da infalibilidade Pontifícia. Proclamem a Jesus o Cristo um revolucionário frustrado. Anunciem que o verdadeiro Cristo presto virá. Somente o Ante Papa eleito tem que ser obedecido. Digam às gentes que devem inclinar-se quando seja pronunciado seu nome.

33) Ordenem a todos os seguidores do Papa de combater em santas cruzadas para estender a única religião mundial.


Contribuição:http://tradicaocatolicateixeiradefreitas.blogspot.com.b