quarta-feira, 19 de junho de 2013



As pessoas são julgadas pelos seus atos, não só por sua fé. De que adianta ter fé e jamais ter ajudado seu semelhante? Dirão deste: “Sua fé é falsa”.


No entanto, quando alguém está sempre pronto para ajudar o próximo, as pessoas dizem dele: “este, certamente, é um homem de Deus”.


Notei isso recentemente numa rua próximo de minha casa. Moram, naquela rua, duas pessoas muito religiosas. Uma delas nunca fez nada de bom para ninguém, a outra está sempre ajudando a todos. O primeiro é tido como orgulhoso, o segundo como humilde. Quando precisar de alguma coisa, é só bater naquela casa que o morador lhe ajudará – é o que dizem os vizinhos. Este é respeitado por todos e, com seu exemplo, arrasta muitos para a prática da virtude.


Ter fé é importante? Claro que sim. Mas a fé sem as boas obras é morta.


Leiamos o que consta na Epístola de São Tiago, Capitulo 2, versículos de 17 até 19:


Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma.
Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios crêem e tremem.


Então de nada adianta ter apenas fé, sem que se pratique boas obras. Não é só pela nossa fé, mas também pelas nossas obras que seremos julgados por Deus.


Vejamos o que consta no Catecismo de São Pio X:


937) Quais são as boas obras de que se nos pedirá conta particular no dia do Juízo?


As boas obras de que se nos pedirá conta particular no dia do Juízo são as obras de misericórdia.


938) Que se entende por obra de misericórdia?


Obra de misericórdia é aquela com que se socorre o nosso próximo nas suas necessidades corporais ou espirituais.


939) Quantas são as obras de misericórdia?


As obras de misericórdia são catorze: sete corporais e sete espirituais, conforme são corporais ou espirituais as necessidades que se socorrem.


940) Quais são as obras de misericórdia corporais?


As obras de misericórdia corporais são:


1ª Dar de comer a quem tem fome;
2ª Dar de beber a quem tem sede;
3ª Vestir os nus;
4ª Dar pousada aos peregrinos;
5ª Assistir aos enfermos;
6ª Visitar os presos;
7ª Enterrar os mortos.


941) Quais são as obras de misericórdia espirituais?


As obras de misericórdia espirituais são:


1ª Dar bom conselho;
2º Ensinar os ignorantes;
3ª Corrigir os que erram;
4ª Consolar os aflitos;
5ª Perdoar as injúrias;
6ª Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;
7ª Rogar a Deus por vivos e defuntos.


(Catecismo de S. Pio X. Capítulo IV. “Das obras de misericórdia”)

Postado por Blog Almas Castelos

"A dor é algo que tem a ver com fecundidade.


 Atenção, não é uma atitude masoquista, 



é aceitar que a vida nos impõe limites" (Papa Francisco)

sábado, 15 de junho de 2013



MINHA ORAÇÃO HOJE:


 SENHOR, ACIMA DE TODA MINHA POBREZA


 E PEQUENEZ, 



VOS AMO E VOS ESPERO...

Quão útil é meditar na Paixão de Jesus Cristo.

Recogitate eum qui talem sustinuit a peccatoribus adversus semetipsum contradictionem, ut ne fatigemini, animis vestris deficientes – “Não deixeis de pensar naquele que dos pecadores suportou contra si uma tal contradição; para que não vos fatigueis, desfalecendo em vossos ânimos” (Hebr. 12, 3).


Sumário. Não há meio mais eficaz para alcançar a salvação eterna do que a lembrança quotidiana dos sofrimentos de Jesus Cristo: tem mais valor uma lágrima derramada pela recordação da Paixão do Senhor, do que um ano de jejum a pão e água. Foi nesta meditação que os santos acharam coragem e força para suportar as tribulações, os tormentos e a morte. Se queremos progredir na virtude, lancemos cada dia ao menos um olhar sobre a Paixão do Redentor, contemplando especialmente a pobreza, os desprezos e as dores.


I. Diz Santo Agostinho: “Não há coisa mais apropriada para nos fazer adquirir a salvação eterna do que a lembrança quotidiana dos sofrimentos de Jesus Cristo.” Ao que São Boaventura acrescenta: “Quem quiser crescer sempre em virtude e em graça, deve meditar todos os dias na Paixão de Jesus, porque não há exercício mais útil para santificar uma alma do que a consideração freqüente das penas do Salvador.”


Com efeito, onde é que os santos acharam a coragem e a força para sofrer as tribulações, os tormentos, os martírios e a morte, senão nos sofrimentos de Jesus Cristo? São José de Leonissa, vendo que o queriam ligar com cordas para uma operação dolorosa que o cirurgião lhe queria fazer, tomou em suas mãos o crucifixo e disse: “Que cordas, cordas? Eis aqui as minhas cordas; meu Senhor pregado na cruz por meu amor. É Ele quem, pelas suas dores, me liga e me constrange a suportar todas as dores por seu amor. E assim sofreu a operação sem se queixar, contemplando a Jesus, que não abriu a boca qual cordeiro que cala debaixo da mão que o tosquia (1).


Quem poderá ainda dizer que sofre injustamente quando olha para Jesus ferido pelas nossas iniqüidades e dilacerado pelos nossos pecados? (2) Quem poderá ainda escusar-se de obedecer por causa de qualquer incômodo, havendo-se Jesus feito obediente até à morte e até à morte de crus? (3) Quem ousará subtrair-se às ignomínias, vendo Jesus tratado como louco, como um rei de teatro, como um malfeitor; esbofeteado, coberto de escarros e preso a um patíbulo infame? Finalmente, quem poderá amar senão a Jesus, vendo-O morrer no meio de tão grandes dores e desprezos, afim de cativar o nosso amor? Conclui Santo Agostinho que vale mais uma só lágrima vertida na consideração da Paixão de Jesus, que uma peregrinação a Jerusalém e um ano de jejum a pão e água.


II. Com razão o Ven. Padre Baltazar Alvares afirmava que a ignorância dos tesouros que temos em Jesus é a causa da ruína dos cristãos. Pelo que o assunto predileto e mais freqüente de suas meditações era a Paixão de Jesus Cristo, considerando em Jesus especialmente três sofrimentos: a pobreza, o desprezo e a dor. Exortava seus penitentes a que fizessem o mesmo, dizendo que não pensassem haver feito progresso algum enquanto não chegassem a trazer Jesus crucificado sempre gravado no coração.


Eis aqui, meu irmão, o que tu também deves fazer se desejas ser santo, como aliás tens obrigação de ser. Lança todos os dias um olhar sobre a Paixão do Redentor, meditando de preferência no que dizem os santos Evangelhos. – São muito edificantes e bonitas as meditações sobre a paixão, escritas por devotos autores; mas um cristão levará impressão mais profunda de uma só palavra das sagradas Escrituras do que mil contemplações e revelações atribuídas a certas pessoas devotas; porquanto as Escrituras são a própria palavra de Deus e nos dão a garantia de que tudo que referem tem a certeza da fé divina.


E como quem é devoto do filho não pode deixar de ser devoto igualmente da mãe; não nos esqueçamos, em nossas meditações sobre a Paixão de Jesus Cristo, de contemplar também as dores de Maria Santíssima. Pede a esta boa Mãe que te dê uma parte da compaixão que tanto a afligiu na morte de Jesus e constituiu todo o martírio de seu amantíssimo Coração. (* 538.)
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1. Is. 53, 7.
2. Is. 53, 5.
3. Phil. 2, 8.


(LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Segundo: Desde o Domingo da Páscoa até a Undécima Semana depois de Pentecostes inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 191-193)



segunda-feira, 10 de junho de 2013


NÃO TENHO OURO E NEM PRATA, MAS, O QUE EU TENHO PARA OFERECER-VOS É UM

 REI QUE VOS AMA INCONDICIONALMENTE E QUE VOS ESPERA A CADA INSTANTE . NÃO 

SEJA O VOSSO PECADO, UM EMPECILHO PARA ACHEGAR-SE A ELE, BASTA QUERER... 

ABRA A TUA TENDA NOVAMENTE E ELE ENTRARÁ E CELEBRARÁ CONVOSCO A 

ALEGRIA DO PERDÃO E DA MISERICÓRDIA SEMPRE , SEMPRE, SEMPRE...

sexta-feira, 7 de junho de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Pra te adorar - Eliana Ribeiro


 Olá, boa noite, meu nome é Inara! Estou muito feliz por estar aqui e poder compartilhar com vocês esta linda canção!