quarta-feira, 19 de junho de 2013


"A dor é algo que tem a ver com fecundidade.


 Atenção, não é uma atitude masoquista, 



é aceitar que a vida nos impõe limites" (Papa Francisco)

sábado, 15 de junho de 2013



MINHA ORAÇÃO HOJE:


 SENHOR, ACIMA DE TODA MINHA POBREZA


 E PEQUENEZ, 



VOS AMO E VOS ESPERO...

Quão útil é meditar na Paixão de Jesus Cristo.

Recogitate eum qui talem sustinuit a peccatoribus adversus semetipsum contradictionem, ut ne fatigemini, animis vestris deficientes – “Não deixeis de pensar naquele que dos pecadores suportou contra si uma tal contradição; para que não vos fatigueis, desfalecendo em vossos ânimos” (Hebr. 12, 3).


Sumário. Não há meio mais eficaz para alcançar a salvação eterna do que a lembrança quotidiana dos sofrimentos de Jesus Cristo: tem mais valor uma lágrima derramada pela recordação da Paixão do Senhor, do que um ano de jejum a pão e água. Foi nesta meditação que os santos acharam coragem e força para suportar as tribulações, os tormentos e a morte. Se queremos progredir na virtude, lancemos cada dia ao menos um olhar sobre a Paixão do Redentor, contemplando especialmente a pobreza, os desprezos e as dores.


I. Diz Santo Agostinho: “Não há coisa mais apropriada para nos fazer adquirir a salvação eterna do que a lembrança quotidiana dos sofrimentos de Jesus Cristo.” Ao que São Boaventura acrescenta: “Quem quiser crescer sempre em virtude e em graça, deve meditar todos os dias na Paixão de Jesus, porque não há exercício mais útil para santificar uma alma do que a consideração freqüente das penas do Salvador.”


Com efeito, onde é que os santos acharam a coragem e a força para sofrer as tribulações, os tormentos, os martírios e a morte, senão nos sofrimentos de Jesus Cristo? São José de Leonissa, vendo que o queriam ligar com cordas para uma operação dolorosa que o cirurgião lhe queria fazer, tomou em suas mãos o crucifixo e disse: “Que cordas, cordas? Eis aqui as minhas cordas; meu Senhor pregado na cruz por meu amor. É Ele quem, pelas suas dores, me liga e me constrange a suportar todas as dores por seu amor. E assim sofreu a operação sem se queixar, contemplando a Jesus, que não abriu a boca qual cordeiro que cala debaixo da mão que o tosquia (1).


Quem poderá ainda dizer que sofre injustamente quando olha para Jesus ferido pelas nossas iniqüidades e dilacerado pelos nossos pecados? (2) Quem poderá ainda escusar-se de obedecer por causa de qualquer incômodo, havendo-se Jesus feito obediente até à morte e até à morte de crus? (3) Quem ousará subtrair-se às ignomínias, vendo Jesus tratado como louco, como um rei de teatro, como um malfeitor; esbofeteado, coberto de escarros e preso a um patíbulo infame? Finalmente, quem poderá amar senão a Jesus, vendo-O morrer no meio de tão grandes dores e desprezos, afim de cativar o nosso amor? Conclui Santo Agostinho que vale mais uma só lágrima vertida na consideração da Paixão de Jesus, que uma peregrinação a Jerusalém e um ano de jejum a pão e água.


II. Com razão o Ven. Padre Baltazar Alvares afirmava que a ignorância dos tesouros que temos em Jesus é a causa da ruína dos cristãos. Pelo que o assunto predileto e mais freqüente de suas meditações era a Paixão de Jesus Cristo, considerando em Jesus especialmente três sofrimentos: a pobreza, o desprezo e a dor. Exortava seus penitentes a que fizessem o mesmo, dizendo que não pensassem haver feito progresso algum enquanto não chegassem a trazer Jesus crucificado sempre gravado no coração.


Eis aqui, meu irmão, o que tu também deves fazer se desejas ser santo, como aliás tens obrigação de ser. Lança todos os dias um olhar sobre a Paixão do Redentor, meditando de preferência no que dizem os santos Evangelhos. – São muito edificantes e bonitas as meditações sobre a paixão, escritas por devotos autores; mas um cristão levará impressão mais profunda de uma só palavra das sagradas Escrituras do que mil contemplações e revelações atribuídas a certas pessoas devotas; porquanto as Escrituras são a própria palavra de Deus e nos dão a garantia de que tudo que referem tem a certeza da fé divina.


E como quem é devoto do filho não pode deixar de ser devoto igualmente da mãe; não nos esqueçamos, em nossas meditações sobre a Paixão de Jesus Cristo, de contemplar também as dores de Maria Santíssima. Pede a esta boa Mãe que te dê uma parte da compaixão que tanto a afligiu na morte de Jesus e constituiu todo o martírio de seu amantíssimo Coração. (* 538.)
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1. Is. 53, 7.
2. Is. 53, 5.
3. Phil. 2, 8.


(LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Segundo: Desde o Domingo da Páscoa até a Undécima Semana depois de Pentecostes inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 191-193)



segunda-feira, 10 de junho de 2013


NÃO TENHO OURO E NEM PRATA, MAS, O QUE EU TENHO PARA OFERECER-VOS É UM

 REI QUE VOS AMA INCONDICIONALMENTE E QUE VOS ESPERA A CADA INSTANTE . NÃO 

SEJA O VOSSO PECADO, UM EMPECILHO PARA ACHEGAR-SE A ELE, BASTA QUERER... 

ABRA A TUA TENDA NOVAMENTE E ELE ENTRARÁ E CELEBRARÁ CONVOSCO A 

ALEGRIA DO PERDÃO E DA MISERICÓRDIA SEMPRE , SEMPRE, SEMPRE...

sexta-feira, 7 de junho de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Pra te adorar - Eliana Ribeiro


 Olá, boa noite, meu nome é Inara! Estou muito feliz por estar aqui e poder compartilhar com vocês esta linda canção!

quarta-feira, 29 de maio de 2013



Mariam de Belém e o Espírito Santo




Queridos irmãs, queridas irmãs, a paz! Em Medjugorje, a Gospa nos ensinou que “quem tem o Espírito Santo, tem tudo”.
Recentemente tive a oportunidade de ler um precioso livro sobre uma mística carmelita, Mariam, a beata Maria de Jesus Crucificado. Eis alguns trechos para serem meditados e vividos por nós:
 
“Segundo testemunho das irmãs, Mariam tinha uma devoção extraordinária pelo Espírito Santo e dizia sem cessar:
‘Espírito Santo, inspira-me. Amor de Deus, consome-me. Conduze-me ao verdadeiro caminho. Maria, minha Mãe, socorre-me. Com Jesus, abençoa-me. De todo o mal, de toda a ilusão, de todo o perigo, preserva-me’.
Mariam chamava o Espírito Santo com todo o seu coração, em qualquer lugar e em todas as circunstâncias. Sempre que tinha que tomar uma decisão ou uma iniciativa, quando precisava fazer uma escolha, resolver um problema, ela invocava o Espírito Santo.
Ela chamava-O utilizando uma linguagem de criança: ‘Vem, minha consolação! Vem, minha alegria! Vem, minha paz! Minha força, minha luz, vem, ilumina-me para que eu possa encontrar a fonte onde possa matar a sede!’ Ela dizia: ‘Espírito Santo, não me recuses nada, Espírito Santo, não me recuses nada!’
Um dia, Jesus lhe transmite a seguinte mensagem: Todo aquele que invocar o Espírito Santo, procure-Me e encontrar-Me-á. A sua consciência será delicada como a flor dos campos. Se for um pai ou uma mãe de família, a paz entrará na família e o seu coração ficará em paz neste mundo e no outro. Não morrerá nas trevas, mas na paz.
Eis a parte da mensagem destinada aos sacerdotes: Desejo ardentemente que os padres celebrem todos os meses uma missa em honra do Espírito Santo. Todos os que a celebrarem ou nela participarem, receberão a estima do próprio Espírito Santo. Receberão luz, terão paz. Curarão os doentes, despertarão os que dormem.
     O que tocava a Irmã Maria de Jesus Crucificado era a graça oferecida a todas as almas: a graça de se deixarem inspirar pelo Espírito Santo. E ela gostava de repetir: ‘Temos um Espírito Santo!’. Ela sempre teve pena de ver que o mundo e até mesmo alguns cristãos e membros do clero vivessem como se o Espírito Santo não existisse.
Por exemplo, a propósito das faltas cometidas pelas comunidades religiosas, que ela sabia entristecerem tanto o Senhor, dizia: ‘O mundo e as comunidades religiosas procuram novidades nas devoções e negligenciam a verdadeira devoção ao Paráclito; por isso há erros, desunião e não há paz nem luz’. E sublinhava que nestas comunidades e entre os cristãos não se evocava a luz divina tanto quanto se devia. Ora, dizia ela, ‘é esta luz do Espírito Santo que nos dá a conhecer a verdade. Até mesmo nos seminários se negligencia essa devoção ao Espírito Santo’.
Mariam nunca compreendeu como se pode passar ao lado de um tal dom de Deus. Ela costumava dizer: ‘Todas as pessoas que, no mundo ou na comunidade, invocam o Espírito Santo e Lhe prestam devoção, não morrerão no erro’.
Mariam exprime uma grande esperança em relação aos padres: ‘Todo o padre que pregar esta devoção receberá luz quando falar dela aos outros’.
 
Fonte: “Mariam de Belém, a Pequena Árabe”, de Ir. EmmanueL