terça-feira, 25 de novembro de 2014

Compreendo quão necessário é a dor, para que o bom Deus possa completar  a obra em nossa alma. (Beato Elias de São Clemente)

sábado, 18 de outubro de 2014

"Seja teu desejo contemplar a Deus; teu temor, perde-Lo; tua dor, não estar ainda com Ele; tua alegria, a de que possa conduzir-te até Ele. Então viverás em paz". Santa Teresa

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Alma de Cristo



Alma de Cristo


Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas Chagas, escondei-me.
Não permitais que de Vós me separe.
Do espírito maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que Vos louve com os Vossos Santos,
por todos os séculos. Amém.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

"Santo! Kadosh! Santo!
Em hebraico “santo” diz-se kadosh, isto é, separado, diverso, diferente, incomparável.
Afirmar que o Senhor Deus é Santo é dizer que Ele é diverso de tudo quanto possamos imaginar, compreender ou experimentar;
Ele é o totalmente outro, o absolutamente soberano, aquele que nos ultrapassa totalmente no Seu Ser e no Seu agir! Quem pode compreendê-Lo? Quem pode compreender totalmente o Seu modo de agir, de governar o mundo, de conduzir a humana história?
Tão outro, tão diferente, tão incompreensível, tão Santo!
Diante da santidade de Deus, a atitude do homem – hoje como ontem – pode ser somente um respeitoso temor e uma reverente adoração. Jamais poderemos domesticar Deus, compreendê-Lo, tê-Lo na palma da mão! Mais uma vez: Quem pode compreender o modo de agir de Deus, Seu jeito de governar o mundo e a nossa vida?
Ele está para além de tudo, Ele é grande, Ele não nos mostra o Seu Rosto, Ele é Santo, três vezes Santo, isto é, Santíssimo! Ele é o nosso Deus!"

sábado, 20 de setembro de 2014

Reflexão

"Nós morremos com Cristo e trazemos em nosso corpo a morte de Cristo, para que também a vida de Cristo se manifeste em nós.
Portanto, já não é a nossa própria vida que vivemos, mas a vida de Cristo: vida de inocência, vida de castidade, vida de sinceridade e de todas as virtudes.
Também ressuscitamos com Cristo; vivamos, pois, unidos a Ele, subamos com Ele, a fim de que a serpente não possa encontrar na terra o nosso calcanhar e feri-lo. Fujamos daqui.
Podes fugir com o espírito, embora permaneças com o corpo; podes ficar aqui e estar ao mesmo tempo junto do Senhor, se teu coração estiver unido a Ele, se teus pensamentos se fixarem Nele, se percorreres Seus caminhos, guiado pela fé e não pelas aparências, se te refugiares junto Dele – que é nosso refúgio e nossa força, como disse Davi: Eu procuro meu refúgio em Vós, Senhor, que eu não seja envergonhado para sempre (Sl 70,1)" - Santo Ambrósio de Milão.

Reflexão

...
E o Autor sagrado continua observando, de coração apertado, como o nosso tantas vezes: parece que a vida humana não tem sentido, de tão passageira que é...
Passamos... E o que será de nossos sonhos, nossos amores, nosso ideal, o tanto de esforço e cansaço que investimos?
Tudo passa: torna-se uma saudade, depois uma lembrança e, finalmente, um esquecimento...
E sem contar a monotonia, a mesmice da existência: nada de novo debaixo do sol! Isto mesmo!
O que há de novo, que depois não descubramos que é velho, que é a mesma e antiga tentativa do coração humano de encontrar a felicidade?
Pense na novidade do automóvel, de tantos eletrodomésticos modernos, dos computadores, da internet, do aparelhos eletrônicos, de tantas descobertas da ciência...
Tudo isto é novidade velha, que faz sucesso e, depois, vira óbvio, rotineiro!
E descobrimos que a vida continua a mesma e o nosso coração continua mendigo de sentido, plenitude, eternidade...
Nada de novo debaixo do sol: como os rios correm para o mar sem nunca fazê-lo transbordar, todas as novidades correm para o nosso coração e ali se tornam velhas, sem nunca preenchê-lo de verdade!
Vamos tendo, vamos acumulando, vamos conquistando, vamos realizando sonhos, mas o coração, teimoso, fica insistindo, sussurrando, incomodando: “Ainda não é isso, ainda não é a plenitude, ainda não é a felicidade... É mais além, é mais na frente, quero mais, muito mais, quero o Tudo!”
Eta, coração, mais imenso que o mar que rio algum pode preencher!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014


O incrível milagre eucarístico de Sokólka




Todos os dias, em todos os altares do mundo, dá-se o maior milagre possível: o da transformação do pão e do vinho no verdadeiro Corpo e Sangue de Jesus Cristo. No entanto, ao recebermos a comunhão, podemos tocá-lO apenas pela fé, pois aos nossos sentidos é oferecida apenas a forma do pão e do vinho fisicamente inalteradas pela consagração. O que é que, afinal, traz à nossa fé o acontecimento eucarístico de Sokólka?


Foi no domingo, 12 de Outubro de 2008, logo após a beatificação do servo de Deus Pe. Miguel Sopocko. Durante a Santa Missa iniciada na igreja paroquial de St. António de Sokólka às 8h30, durante a distribuição da Comunhão, caiu a um dos sacerdotes aos pés do altar uma Hóstia consagrada. O sacerdote interrompeu a distribuição da Comunhão, pegou nela e, de acordo com as normas litúrgicas, colocou-a no vasculum, um pequeno recipiente com água que se encontra normalmente ao lado do sacrário, servindo para o sacerdote lavar os dedos após a distribuição da Comunhão. A Hóstia deveria dissolver-se nesse recipiente.

No fim da Missa, a irmã Júlia Dubowska, sacristã da Congregação das Irmãs Eucarísticas, em serviço na paróquia, tendo a consciência de que a Hóstia consagrada levaria algum tempo a dissolver-se, a pedido do Pe. Stanislaw Gniedziejko, pároco da paróquia, despejou o conteúdo do vasculum noutro recipiente e colocou-o no cofre que se encontra na sacristia da paróquia. Só a Irmã e o Pároco tinham as chaves do cofre.

Ao fim de uma semana, no dia 19 de Outubro, Domingo das missões, a irmã Júlia – questionada pelo pároco sobre o estado da Hóstia – foi ver o cofre. Ao abrir a porta, sentiu um aroma delicado a pão ázimo. Quando abriu o recipiente, viu a água limpa com a Hóstia a dissolver-se e no meio desta uma mancha arqueada com uma cor vermelha intensa, lembrando um coágulo de sangue, com a forma de uma espécie de partícula viva de um corpo. A água permanecia incolor.

A Irmã informou imediatamente o Pároco, que veio logo com os sacerdotes locais e o missionário Pe. Ryszard Górowski. Todos ficaram surpreendidos e atónitos com o que viram.

Mantiveram discrição e prudência, não esquecendo o peso do acontecimento, pois tratava-se de Pão consagrado que, pelo poder das palavras de Cristo no Cenáculo, é verdadeiramente o Seu Corpo. Do ponto de vista humano, foi difícil definir se a forma alterada do fragmento da Hóstia é o resultado de uma reacção orgânica, química ou de outro tipo de acção.

Imediatamente notificaram do sucedido o Arcebispo Metropolitano de Bialystok, Edward Ozorowski, que se dirigiu a Sokólka juntamente com o chanceler da cúria, os sacerdotes prelados e catedráticos. Todos ficaram profundamente comovidos com o que viram. O Arcebispo mandou proteger a Hóstia, esperar e observar o que iria acontecer.

No dia 29 de Outubro, o recipiente com a Hóstia foi transportado para a capela da Misericórdia Divina na casa paroquial e colocado no sacrário. No dia seguinte, por decisão do Arcebispo, retirou-se a Hóstia com a mancha visível da água, colocou-se num pequeno corporal e em seguida no sacrário. Deste modo se conservou a Hóstia durante três anos, até ter sido solenemente levada para a igreja, no dia 2 de Outubro de 2011. Durante o primeiro ano foi guardada em segredo. Foi um tempo de reflexão sobre o que fazer, pois tratava-se de um sinal de Deus que era necessário interpretar.

Até meados de Janeiro de 2009, o fragmento da Hóstia alterada secou de forma natural e permaneceu como coágulo de sangue. Desde essa altura não mudou de aparência.

Em Janeiro de 2009, o Arcebispo ordenou que se fizessem análises pato-morfológicas à Hóstia e a 30 de Março desse ano criou uma comissão eclesial para analisar o fenómeno.
O fragmento da Hóstia em forma alterada recolhido foi analisado pela Prof. Dr.ª Maria Sobaniec-Lotowska e pelo Prof. Dr. Stanislaw Sulkowski – de forma independente um do outro, com vista a uma maior credibilidade dos resultados, – pato-morfologistas da Universidade de Medicina de Bialystok. As análises foram realizadas no Instituto de Pato-morfologia dessa universidade. O trabalho de ambos os especialistas foi regido pelas normas e obrigações dos cientistas para analisar cada problema científico de acordo com as directrizes do Comité de Ética da Ciência da Academia das Ciências Polacas. As análises foram descritas e fotografadas exaustivamente. A documentação completa foi entregue à Curia Metropolitana de Bialystok.


Quando foram recolhidas as amostras para análise, a parte não dissolvida da Hóstia consagrada estava já embebida no tecido. Porém, a estrutura de sangue acastanhado do fragmento da Hóstia não perdeu nada da sua clareza. Este fragmento estava seco e frágil, intimamente ligado à restante parte da Hóstia em forma de pão. A amostra recolhida foi o suficiente para realizar todas as análises indispensáveis.


Os resultados de ambas as análises independentes sobrepuseram-se completamente. Concluíram que a estrutura do fragmento da Hóstia analisado é idêntica a tecido do músculo do coração de uma pessoa viva, mas em estado de agonia. A estrutura da fibra do músculo do coração e a estrutura do pão estavam interligadas de forma muito estreita, de forma impossível de realizar por ingerência humana (vide declaração da Prof. M. Sobaniec-Lotowska na reportagem “O Milagre Eucarístico de Sokólka”, Lux Veritatis 2010).


As análises realizadas provaram que não foi adicionada nenhuma outra substância à Hóstia consagrada, mas que o seu fragmento tomou a forma de tecido do músculo do coração de uma pessoa em estado de agonia. Este tipo de fenómeno não é explicável pelas ciências naturais, sendo que os ensinamentos da Igreja nos dizem que a Hóstia entregue para análise é o Corpo do próprio Cristo pelo poder das Suas próprias palavras proferidas durante a Última Ceia.


O resultado das análises pato-morfológicas datadas de 21 de Janeiro de 2009 foram incluídas no protocolo entregue na Cúria Metropolitana de Bialystok.



Para concluir, no comunicado oficial que emitiu, a Cúria Metropolitana de Bialystok afirmou o seguinte: «O acontecimento de Sokolka não se opõe à fé da Igreja, antes pelo contrário, confirma-a. A Igreja professa que, após as palavras da consagração, pelo poder do Espírito Santo, o pão se transforma no Corpo de Cristo e o vinho no Seu Sangue. Para além disso, trata-se de um chamamento para que os ministros da Eucaristia distribuam o Corpo do Senhor com fé e cuidado e que os fiéis O recebam com adoração.»

in sokolka.archibial.pl


Fonte: Senza Pagare
Retirado do blog: anjosdeadoracao.blogspot.com